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white_eagle

Sexo:  Registrado em: 26 Nov 2006 Mensagens: 72 Local/Origem: Alcoitão-Cascais
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 7:40 am Assunto: |
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| Citao: | | ... a lei é clara e diz que o COS é sempre o bombeiro mais graduado, ... |
Se fosse assim tão clara, não havia lugar nos TO de média a grande envergadura, para os CODIS, 2º CODIS, Adj. CODIS, Adj. Nacional, CONAC etc e tal. a bem dizer neste momento assume o lugar quem tiver mais interesse em aparecer nos noticiarios da noite!!!
No entanto á que ressalvar a diferença entre Comandante das Operações de Socorro (COS) e Posto de Comando Operacional (PCO), e o que se quer uniformizar não é quem é o COS mas sim como e quem forma/integra o PCO!!!
Uma nota final, alguem aqui teve formação ou sabe o que é o OITOCIF??
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Posto: Bombeiro de 3ª
Corpo de Bombeiro: Bomb. São Pedro de Sintra
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 7:40 am Assunto: Click Aqui para Ajudar O site |
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Cursos: Técnicas de Socorrismo, Salvamento e Desencarceramento, Acidentes com Matérias Perigosas, Ambiente Saúde Higiene e Segurança, Combate a Incêndios para equipas de 1ª Intervenção, Fenomenologia da combustão e agentes extintores , Formação Pedagógica Inicial de Formadores, Formador de Tecnologias de Base, Gestão de Conflitos, Gestão de Stress, Gestão Operacional, Global Positioning System (GPS), Hidráulica, equipamentos e veículos , Manobras de Apoio á Extinção de Incêndios Urbanos e Industriais, Manobras de busca e salvamento , Novas Tecnologias de Informação e Comunicação, Organização dos edifícios, instalações e redes técnicas , Organização e Liderança, Organização e sistemas de comando e controlo , Práticas de Combate a Incêndios, Segurança e higiene do trabalho , Sistemas de Informação Geográfica, Técnicas de escoramento e desobstrução , Técnico Analista de Segurança Contra Incêndios / Topografia Aplicada
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ViPeR5000(Rui Melo) Site Admin

Sexo:  Registrado em: 11 Jun 2006 Mensagens: 2318 Local/Origem: Mealhada
Posto:
Corpo de Bombeiro: Bombeiro-Portugal
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 8:45 am Assunto: |
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| white_eagle escreveu: | | Citao: | | ... a lei é clara e diz que o COS é sempre o bombeiro mais graduado, ... |
Se fosse assim tão clara, não havia lugar nos TO de média a grande envergadura, para os CODIS, 2º CODIS, Adj. CODIS, Adj. Nacional, CONAC etc e tal. a bem dizer neste momento assume o lugar quem tiver mais interesse em aparecer nos noticiarios da noite!!!
No entanto á que ressalvar a diferença entre Comandante das Operações de Socorro (COS) e Posto de Comando Operacional (PCO), e o que se quer uniformizar não é quem é o COS mas sim como e quem forma/integra o PCO!!!
Uma nota final, alguem aqui teve formação ou sabe o que é o OITOCIF?? |
OITOCIF = Organização Inicial do Teatro de Operações de Combate a Incêndios Florestais
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lasantos

Sexo:  Registrado em: 04 Ago 2007 Mensagens: 11
Corpo de Bombeiro: Nenhum
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 9:06 am Assunto: |
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bom dia. caros amigos
eu nao disse que o gips iria asumir o cos no local, quando primeira força a chegar. se for a gips a primeira força no local assume o cos, e quando da chegada dos bombeiros o mais graduado assume o cos juntamente com o elemento gips, e verifica~se a situação inversa sempre que bombeiros primeiro e gips depois, sera uma parceria entre as duas no comando das forças, quanto a legislação e tudo muito vago, pois se analisarmos existem elementos do quadro da protecção civil que nao sao bombeiros nunca o foram e quando chegam ao TO assumenm o comando e ninguem protesta, se dizem que a lei e clara... o elemeto dos bombeiros mais graduado no local assume o cos...sera por medo k ninguem fala, a lei nao e clara!!! e a decisao foi tomada nas altas instancias das duas entidades e vai ser dada a conhecer hoje no briefing da manha no cnos para entrar em vigor apartir das 14 horas, dando tempo a todos os codis informarem e divulgarem pelos corpos de bombeiros do distrito
e gora so um aparte... sempre pensei assim como muitos portugueses, que feb tinha sido criada para combater incedios florestais, nunca que tivesse como objectivo lutar contra os gips, mas e apenas a minha opiniao...
_________________ vida por vida
Cursos: Tripulante de Ambulância de Transporte, Acidentes com Matérias Perigosas / Combate a Incêndios para equipas de 1ª Intervenção
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firejust

Sexo:  Registrado em: 18 Abr 2008 Mensagens: 83
Posto: Bombeiro de 1ª
Corpo de Bombeiro: Nenhum
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 10:29 am Assunto: |
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A lei parece-me clara, se bem que a legislação pode ser interpretada de formas diversas por diferentes pessoas.
Quanto ao COS, a mim parece-me claro, o bombeiro mais graduado assume sempre essa função em operações de socorro, depois tambem há legislação que diz que em caso de calamidade ou catástrofe a quem compete o comando e coordenação das operações é a ANPC, logo a presença dos CODIS e CONAC. Não me parece haver qualquer contradição. Mas isto é a minha interpretação da lei.
Em relação ao GIPS vs FEB, a mim parece-me que a FEB veio mais para combater o GIPS do que os incêndios. É triste mas o lobbie dos bombeiros qando quer muito fazer uma coisa consegue, pena é que nem sempre queira.
Cursos: Tripulante de Ambulância de Transporte, Salvamento e Desencarceramento, Tripulante de Ambulância de Socorro / Formação Pedagógica Inicial de Formadores
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firejust

Sexo:  Registrado em: 18 Abr 2008 Mensagens: 83
Posto: Bombeiro de 1ª
Corpo de Bombeiro: Nenhum
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 10:37 am Assunto: |
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E não acredito em comandos conjuntos, em situações de emergência, isto é muito perigoso, a mim só me faz sentido o principio da unidade de comando.
Cursos: Tripulante de Ambulância de Transporte, Salvamento e Desencarceramento, Tripulante de Ambulância de Socorro / Formação Pedagógica Inicial de Formadores
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white_eagle

Sexo:  Registrado em: 26 Nov 2006 Mensagens: 72 Local/Origem: Alcoitão-Cascais
Posto: Bombeiro de 3ª
Corpo de Bombeiro: Bomb. São Pedro de Sintra
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 10:55 am Assunto: |
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| Citao: | | também há legislação que diz que em caso de calamidade ou catástrofe a quem compete o comando e coordenação das operações é a ANPC, logo a presença dos CODIS e CONAC. |
Pois aqui é que reside o busílis da questão!! Enquanto para mim a calamidade e catástrofe são ocorrências de larga escala e prejuízos humanos, materiais e monetários avultados, para a ANPC qualquer coisa "que mexa" é catástrofe ou calamidade, ou seja a partir do momento que um bombeiro saia do quartel para uma acção de socorro e seja dada saída ao CDOS da viatura, se o TO for de interesse mediático lá vai estar o CODIS e sua "equipa" para assumir o Comando e Coordenação dos trabalhos.
Cursos: Técnicas de Socorrismo, Salvamento e Desencarceramento, Acidentes com Matérias Perigosas, Ambiente Saúde Higiene e Segurança, Combate a Incêndios para equipas de 1ª Intervenção, Fenomenologia da combustão e agentes extintores , Formação Pedagógica Inicial de Formadores, Formador de Tecnologias de Base, Gestão de Conflitos, Gestão de Stress, Gestão Operacional, Global Positioning System (GPS), Hidráulica, equipamentos e veículos , Manobras de Apoio á Extinção de Incêndios Urbanos e Industriais, Manobras de busca e salvamento , Novas Tecnologias de Informação e Comunicação, Organização dos edifícios, instalações e redes técnicas , Organização e Liderança, Organização e sistemas de comando e controlo , Práticas de Combate a Incêndios, Segurança e higiene do trabalho , Sistemas de Informação Geográfica, Técnicas de escoramento e desobstrução , Técnico Analista de Segurança Contra Incêndios / Topografia Aplicada
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Speedy

Sexo:  Registrado em: 25 Jul 2008 Mensagens: 110
Posto: Recruta
Corpo de Bombeiro: .........
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 11:13 am Assunto: |
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Neste caso senhor Firejust , discordo de si . . .
A cidade de Madrid têm um autocarro que é acçionado em casos de grandes calamidades um exemplo disso foram os atentados terroristas em Atocha . . .
E esse autocarro é nada mais nada menos que um posto de comando avançado e central de comunicações em que estão inseridos diversos agentes de protecção civil ( ex: Bombeiros , Samur igual ao nosso INEM e tb a Policia . . .) funcionando a partir dai todos em conjunto . . .
E que me lembre dos três grandes atentados que houve (Nova Iorque , Londres e Espanha) a critica foi unânime em apontar como o sistema de protecção civil mais eficaz foi o de Espanha . . .
O problema em Portugal é que todos querem mandar . . . assim nunca niguem se entenderá . . .
Cursos: Técnicas de Socorrismo, Salvamento e Desencarceramento, Fenomenologia da combustão e agentes extintores , Grande Ângulo - Trabalhos Verticais Urbanos e Industriais, Hidráulica, Manobras de Apoio á Extinção de Incêndios Urbanos e Industriais, Manobras de busca e salvamento , Manobras de mangueiras, escadas, nós e ligações, Operações de extinção de incêndios florestais , Operações de extinção de incêndios urbanos e industriais , Operador de Central, Ordem unida e protocolo , Práticas de Combate a Incêndios, Sistemas de Informação Geográfica / Tripulante de Ambulância de Socorro
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VAVA

Sexo:  Registrado em: 08 Nov 2006 Mensagens: 55 Local/Origem: bucelas
Posto: Bombeiro de 3ª
Corpo de Bombeiro: Bucelas
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 12:58 pm Assunto: |
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Companheiros já ouvi e ainda bem a falarem de (OITOCIF = Organização Inicial do Teatro de Operações de Combate a Incêndios Florestais), e se alguém tem formação dele, isso e importante pk nós os bombeiros se queremos ser um “pouco “ profissional procuramos andar actualizados para sabermos os nossos lugares nos TO, o mesmo acontece na GNR a onde tive conhecimento que em Abril tiveram formação extra de OITOCIF e actualizações de TO.
Esta escrito e bem escrito o primeiro COS e sempre o mais graduado da primeira força, não interessa qual a força, com a chegada de mais forças os graduados das mesmas devem se dirigir ao COS e ai sim se o sinistro estiver sobre a alçada de uma força a onde com a chegada de outra força que a origem do sinistro seja da sua alçada o COS será transferido, mas o graduado da outra força tem de estar sempre em contacto directo com o ressente COS, pk será ele que recebera as ordens do COS para depois transmitir aos seus homens.
EX: simples
Acidente de viação, a patrulha da GNR detecta um acidente, o graduado da patrulha informa o sinistro e toma a posição de COS, chegada uma ambulância o COS (graduado da patrulha) transmite ao graduado da ambulância (EX:2ºclasse) todo o reconhecimento que já adquiriu e passa o COS para o graduado da ambulância, chegada do VSAT com um Chefe, este dirige-se ao COS (graduado da ambulância) e recebe toda informação que este COS já obteve, depois de todos trabalhos de socorro efectuados o COS (chefe do VSAT), dirige-se ao graduado da patrulha da GNR e passa-lhe toda a informação do sinistro (vitimas , estado, para onde se dirigiu para unidade hospitalar, etc) e passa lhe o COS a onde este elemento procedera a todos passes que lhe compete (repor circulação, medições, seguros, carta, etc).
Quantos COS houve neste sinistro e quantas mudanças?
3 COS e 4 mudanças, isto é um simples acidente se cada um souber o que tem a fazer e respeitar uns aos outros isto é fácil, quando chegar aos grandes sinistros não há complicações e pode chegar os meus que chegar, e os graduados que chegar, e os futuros COS que chegarem, saberá se sempre o objectivo final e quantos elementos há e a onde estão e quem os coordenada
Numa ocorrência a onde houver mais que uma força a trabalhar o graduado de cada força tem de estar em contacto sempre com o COS, o COS não dá ordens directa aos executantes, mas sim ao seu graduado para este assim transmitir a ordem que recebeu
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ViPeR5000(Rui Melo) Site Admin

Sexo:  Registrado em: 11 Jun 2006 Mensagens: 2318 Local/Origem: Mealhada
Posto:
Corpo de Bombeiro: Bombeiro-Portugal
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 1:03 pm Assunto: |
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eu tive este ano uma pequena formação de Gestão e Organização de Postos de Comando.
Onde o CDOS de Aveiro deu formação a 1 ou 2 elementos do CB's do Distrito. (bombeiros)
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firejust

Sexo:  Registrado em: 18 Abr 2008 Mensagens: 83
Posto: Bombeiro de 1ª
Corpo de Bombeiro: Nenhum
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 1:33 pm Assunto: |
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| white_eagle escreveu: | | Citao: | | também há legislação que diz que em caso de calamidade ou catástrofe a quem compete o comando e coordenação das operações é a ANPC, logo a presença dos CODIS e CONAC. |
Pois aqui é que reside o busílis da questão!! Enquanto para mim a calamidade e catástrofe são ocorrências de larga escala e prejuízos humanos, materiais e monetários avultados, para a ANPC qualquer coisa "que mexa" é catástrofe ou calamidade, ou seja a partir do momento que um bombeiro saia do quartel para uma acção de socorro e seja dada saída ao CDOS da viatura, se o TO for de interesse mediático lá vai estar o CODIS e sua "equipa" para assumir o Comando e Coordenação dos trabalhos. |
Tem toda a razão, a mim tmbem não me parecem calamidades ou catástrofes todas as ocorrências onde vemos CODIS ou CONAC. A verdade é que não conheço legislação que diga onde começam essas ocorrências, logo fica ao critério da ANPC. Por isto não me parece haver nenhum vazio legal no comando operacional.
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white_eagle

Sexo:  Registrado em: 26 Nov 2006 Mensagens: 72 Local/Origem: Alcoitão-Cascais
Posto: Bombeiro de 3ª
Corpo de Bombeiro: Bomb. São Pedro de Sintra
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 1:43 pm Assunto: |
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Artigo 3º
Definições de acidente grave e de catástrofe
1—Acidente grave é um acontecimento inusitado com efeitos relativamente limitados no tempo e no espaço, susceptível de atingir as pessoas e outros seres vivos, os bens ou o ambiente.
2—Catástrofe é o acidente grave ou a série de acidentes graves susceptíveis de provocarem elevados prejuízos materiais e, eventualmente, vítimas, afectando intensamente as condições de vida e o tecido sócio- -económico em áreas ou na totalidade do território nacional.
(.....)
Artigo 5º
Princípios
(....)
d) O princípio da subsidiariedade, que determina que o subsistema de protecção civil de nível superior só deve intervir se e na medida em que os objectivos da protecção civil não possam ser alcançados pelo subsistema de protecção civil imediatamente inferior, atenta a dimensão e a gravidade dos efeitos das ocorrências;
e) O princípio da cooperação, que assenta no reconhecimento de que a protecção civil constitui atribuição do Estado, das Regiões Autónomas e das autarquias locais e dever dos cidadãos e de todas as entidades públicas e privadas;
Lei de Base Protecção Civil (lei 27/2006 de 3 de Julho)
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firejust

Sexo:  Registrado em: 18 Abr 2008 Mensagens: 83
Posto: Bombeiro de 1ª
Corpo de Bombeiro: Nenhum
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 1:44 pm Assunto: |
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| Speedy escreveu: | Neste caso senhor Firejust , discordo de si . . .
A cidade de Madrid têm um autocarro que é acçionado em casos de grandes calamidades um exemplo disso foram os atentados terroristas em Atocha . . .
E esse autocarro é nada mais nada menos que um posto de comando avançado e central de comunicações em que estão inseridos diversos agentes de protecção civil ( ex: Bombeiros , Samur igual ao nosso INEM e tb a Policia . . .) funcionando a partir dai todos em conjunto . . .
E que me lembre dos três grandes atentados que houve (Nova Iorque , Londres e Espanha) a critica foi unânime em apontar como o sistema de protecção civil mais eficaz foi o de Espanha . . .
O problema em Portugal é que todos querem mandar . . . assim nunca niguem se entenderá . . . |
Discorda neste caso e em todos
Não percebo o que é que isto tem a ver com o caso, estamos aqui a discutir tão somente a quem cabe o comando operacional das operações de socorro.
Em Madrid existe um autocarro, como aqui existem VCOC, as dimensões e equipamentos podem ser diferentes mas o funcionamento e o propósito são os mesmos. A diferença entre Portugal e Espanha, é que o que aqui acontece só em operações de socorro, em Espanha acontece sempre. Porque em Espanha todas as emergências são coordenadas a partir de uma central única onde estão presentes todas as forças com intervenção relevante. Portanto quer seja em catástrofes ou em pequenas ocorrências, a protecção civil espanhola coordena sempre as operações de socorro.
Aqui ninguem se entendo porque cada um tem a sua centralzinha e muitas vezes a quem compete defender a lei não a cumpre porque tem medo de perder a autoridade.
A lei existe e não vale a pena inventar muito.
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firejust

Sexo:  Registrado em: 18 Abr 2008 Mensagens: 83
Posto: Bombeiro de 1ª
Corpo de Bombeiro: Nenhum
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 1:48 pm Assunto: |
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| VAVA escreveu: | Companheiros já ouvi e ainda bem a falarem de (OITOCIF = Organização Inicial do Teatro de Operações de Combate a Incêndios Florestais), e se alguém tem formação dele, isso e importante pk nós os bombeiros se queremos ser um “pouco “ profissional procuramos andar actualizados para sabermos os nossos lugares nos TO, o mesmo acontece na GNR a onde tive conhecimento que em Abril tiveram formação extra de OITOCIF e actualizações de TO.
Esta escrito e bem escrito o primeiro COS e sempre o mais graduado da primeira força, não interessa qual a força, com a chegada de mais forças os graduados das mesmas devem se dirigir ao COS e ai sim se o sinistro estiver sobre a alçada de uma força a onde com a chegada de outra força que a origem do sinistro seja da sua alçada o COS será transferido, mas o graduado da outra força tem de estar sempre em contacto directo com o ressente COS, pk será ele que recebera as ordens do COS para depois transmitir aos seus homens.
EX: simples
Acidente de viação, a patrulha da GNR detecta um acidente, o graduado da patrulha informa o sinistro e toma a posição de COS, chegada uma ambulância o COS (graduado da patrulha) transmite ao graduado da ambulância (EX:2ºclasse) todo o reconhecimento que já adquiriu e passa o COS para o graduado da ambulância, chegada do VSAT com um Chefe, este dirige-se ao COS (graduado da ambulância) e recebe toda informação que este COS já obteve, depois de todos trabalhos de socorro efectuados o COS (chefe do VSAT), dirige-se ao graduado da patrulha da GNR e passa-lhe toda a informação do sinistro (vitimas , estado, para onde se dirigiu para unidade hospitalar, etc) e passa lhe o COS a onde este elemento procedera a todos passes que lhe compete (repor circulação, medições, seguros, carta, etc).
Quantos COS houve neste sinistro e quantas mudanças?
3 COS e 4 mudanças, isto é um simples acidente se cada um souber o que tem a fazer e respeitar uns aos outros isto é fácil, quando chegar aos grandes sinistros não há complicações e pode chegar os meus que chegar, e os graduados que chegar, e os futuros COS que chegarem, saberá se sempre o objectivo final e quantos elementos há e a onde estão e quem os coordenada
Numa ocorrência a onde houver mais que uma força a trabalhar o graduado de cada força tem de estar em contacto sempre com o COS, o COS não dá ordens directa aos executantes, mas sim ao seu graduado para este assim transmitir a ordem que recebeu |
Obviamente, se a GNR é a primeira a chegar ao local, tem que comandar a operação.....
Á chegada de um bombeiro, este passa a assumir o comando.
A coordenação e cooperação entre todos deve ser uma constante, mas o principio da unidade de comando deve estar sempre presente.
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VAVA

Sexo:  Registrado em: 08 Nov 2006 Mensagens: 55 Local/Origem: bucelas
Posto: Bombeiro de 3ª
Corpo de Bombeiro: Bucelas
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 6:52 pm Assunto: |
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companheiro firejust a ultima frase e fundamental, todos temos de rumar no mesmo sentido o problema e que as grnades calamidade ou catástrofe começam sempre na presença de um inferior hirarico, e que se todos nós souber mos e respeitar o inicio de teatro de operaçoes sera muito mais facil para quem vier fechar a porta.
concordo plenamente contigo companheiro
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firejust

Sexo:  Registrado em: 18 Abr 2008 Mensagens: 83
Posto: Bombeiro de 1ª
Corpo de Bombeiro: Nenhum
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Colocada: Qua Ago 13, 2008 7:23 pm Assunto: |
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| white_eagle escreveu: | Artigo 3º
Definições de acidente grave e de catástrofe
1—Acidente grave é um acontecimento inusitado com efeitos relativamente limitados no tempo e no espaço, susceptível de atingir as pessoas e outros seres vivos, os bens ou o ambiente.
2—Catástrofe é o acidente grave ou a série de acidentes graves susceptíveis de provocarem elevados prejuízos materiais e, eventualmente, vítimas, afectando intensamente as condições de vida e o tecido sócio- -económico em áreas ou na totalidade do território nacional.
(.....)
Artigo 5º
Princípios
(....)
d) O princípio da subsidiariedade, que determina que o subsistema de protecção civil de nível superior só deve intervir se e na medida em que os objectivos da protecção civil não possam ser alcançados pelo subsistema de protecção civil imediatamente inferior, atenta a dimensão e a gravidade dos efeitos das ocorrências;
e) O princípio da cooperação, que assenta no reconhecimento de que a protecção civil constitui atribuição do Estado, das Regiões Autónomas e das autarquias locais e dever dos cidadãos e de todas as entidades públicas e privadas;
Lei de Base Protecção Civil (lei 27/2006 de 3 de Julho) |
Lá está, isto é muito vago e depende da interpretação de cada um.
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