Sandokam

Sexo:  Registrado em: 06 Abr 2008 Mensagens: 220 Local/Origem: Ericeira
|
Colocada: Ter Jan 06, 2009 2:13 pm Assunto: Ao longo do ano passado pelo menos 769 pessoas morreram nas estradas do continente |
|
|
Com menos acidentes e menos vÃtimas do que em 2007, a operação Ano Novo apresentava, até este domingo, um "saldo" mais positivo que a de Natal. A GNR registou, nos dois perÃodos, 19 mortes, menos cinco que no ano anterior.
Ao longo do ano passado morreram nas estradas do Continente pelo menos 769 pessoas. Este número, provisório e baseado na soma de estatÃsticas da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e da GNR, não inclui dados posteriores a 21 de Dezembro da PSP, que ontem não dispunha de informação actualizada. Em 2007 o ano terminou com 854 vÃtimas mortais.
Apesar da diminuição, as operações especiais em perÃodo festivo tiveram alguns indicadores negativos. O perÃodo natalÃcio registou um aumento do número de feridos graves face a 2007 - de 32 para 49 -, compensado com uma descida no Ano Novo.
Além do patrulhamento reforçado das forças de segurança, a ANSR teve em curso, entre 15 de Dezembro e ontem, uma campanha de sensibilização que incluiu anúncios nos meios de Comunicação Social e também o pré-posicionamento de meios de socorro da Protecção Civil. Os governos civis associaram-se com iniciativas distritais, de que foram exemplo a distribuição de desdobráveis, exposições de fotografia e colocação de carros sinistrados em locais de grande visibilidade.
Ontem à noite, ao contrário do que temia a GNR, não se registaram problemas significativos no regresso de milhares de famÃlias aos principais centros urbanos. Pelas 19.30 horas, segundo a BT, apenas na ponte 25 de Abril, no sentido Sul-Norte, se registavam congestionamentos, havendo cerca de quatro quilómetros de fila na A2, no acesso a Lisboa. "É a única situação de que temos conhecimento e, de resto, está um domingo tão tranquilo como é habitual", assegurou fonte da BT.
Formalmente extinta desde 1 de Janeiro, só hoje a Brigada de Trânsito e todas as outras unidades da GNR vão sentir os efeitos da reestruturação decorrente da nova lei orgânica. Hoje serão conhecidas as listas de colocação que dão corpo à movimentação de recursos no terreno.
"Ninguém sabe para onde vai, a não ser quem tem conhecimentos junto do respectivo comando", critica José Manageiro, presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG). "As pessoas são tratadas como números, esquecendo-se que têm famÃlias e vidas organizadas".
Assegurando estar a receber diariamente telefonemas de pessoas que se queixam de desrespeito pelos critérios de transferências, o dirigente associativo explica que está preparado apoio jurÃdico para, "caso se confirmem irregularidades", a APG apresentar recurso junto do Ministério da Administração Interna "e eventualmente dos tribunais".
O despacho do Comando Geral que definiu os critérios de transferência assegurava que seriam salvaguardados a antiguidade e experiência nas áreas especializadas de fiscalização. José Manageiro afirma, contudo, ter conhecimento de que "alguns comandos estão a escolher à sua vontade, por razões pessoais".
Considerando que toda a reforma da GNR denotou "desorganização", o presidente da APG lamenta que "pessoas sem qualquer experiência na componente policial sejam lançadas na rua sem qualquer preparação".
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1066647
|
|
Google AdSense

Corpo de Bombeiro: Nenhum
|
Colocada: Ter Jan 06, 2009 2:13 pm Assunto: Click Aqui para Ajudar O site |
|
|
Cursos: Tripulante de Ambulância de Transporte
|
|