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Sexo:  Registrado em: 19 Set 2006 Mensagens: 405 Local/Origem: Matosinhos
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Colocada: Sex Jul 01, 2011 11:02 am Assunto: Combate aos incêndios florestais este ano com menos meios |
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Arranca esta sexta-feira, dia 1 de julho, a fase Charlie de combate aos incêndios florestais. Para aquele que é considerado o período mais crítico do verão, verifica-se este ano uma redução dos meios de combate, nomeadamente no que respeita à disponibilidade aérea, onde os cortes foram de 25 por cento.
Com o início da fase mais crítica dos incêndios florestais, os cortes são generalizados, atingindo o número de bombeiros, viaturas e meios aéreos. No arranque da fase Charlie, e feita a comparação com 2010, este ano estarão disponíveis para o combate a incêndios 9210 elementos (menos 775 do que no ano passado), 2018 viaturas (menos 158) e 41 meios aéreos (menos 15). A Fase Charlie arranca agora, 1 de julho, prolongando-se até 30 de setembro
Os cortes chegam igualmente aos meios humanos disponibilizados pelo Exército, que deverá diminuir para metade o número de militares em operações de combate aos incêndios. De acordo com o Estado-Maior do Exército, a redução de pessoal fica a dever-se aos cortes financeiros impostos pelo Governo nas Forças Armadas.
Esta redução de meios já foi justificada com a necessidade de contenção da despesa pública. Vasco Franco, secretário de Estado da Proteção Civil do Governo de José Sócrates apontou uma poupança de 11,5 milhões de euros com a redução.
Trata-se, ainda assim, de uma decisão que não preocupa o comandante nacional de Operações de Socorro (CNOS).Vaz Pinto sobre os meios aéreos: "São fundamentais para ajudar no combate de incêndios florestais e para regular os fogos na fase inicial, mas só por si não resolvem o problema" Vítor Vaz Pinto acredita numa resposta eficaz dos meios disponibilizados, porque – sustenta - o dispositivo "já atingiu maturidade e deu provas nos anos anteriores".
Esta ideia é reforçada pelo atual ministro da Administração Interna, com Miguel Macedo a sublinhar que "aquilo que está neste momento previsto é o que é necessário para combater os incêndios", uma garantia insuficiente para os homens que andam no terreno. A Liga dos Bombeiros Portugueses deixa no entanto a garantia de que os bombeiros “não vão deixar o país descalço”.
Quinta-feira foi o dia mais quente em incêndios Quatro mil fogos durante a fase Bravo, entre 15 de maio e 30 de junho; Autoridade Florestal Nacional indica que a área ardida mais do que duplicou em relação a 2010 (6755 hectares em 3676 ocorrências)
Na fase Bravo, que ontem terminou, foram registados 3849 fogos, de acordo com a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).
E foi precisamente nesta quinta-feira, 30 de junho, que se registou o maior número de incêndios.
No total foram assinaladas 299 ocorrências, que exigiram a intervenção de 3257 bombeiros e 875 veículos
RTP
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Posto: Enfermeiro / Cruz Vermelha
Corpo de Bombeiro: Cruz Vermelha de Matosinhos
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Colocada: Sex Jul 01, 2011 11:02 am Assunto: Click Aqui para Ajudar O site |
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