Kelinha

Registrado em: 13 Jul 2006 Mensagens: 4852
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Colocada: Seg Ago 06, 2007 7:56 pm Assunto: Novo sistema reduz para metade tempo de saÃda dos meios aéreos |
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São 16.25. Surge o alerta de um fogo em Sintra. No comando distrital, a informação é introduzida no sistema. No ecrã do operador surgem as aeronaves disponÃveis nos centros de meios aéreos mais próximos: Carregueira, Alcácer do Sal e Fátima. Avalia-se o local, a distância, o risco e as condições das aeronaves e decide-se que avião ou helicóptero segue para o local. Acciona-se a saÃda. Passaram quatro minutos. Se neste exercÃcio de simulação tivesse sido seguido o procedimento tradicional, teriam decorrido pelo menos 10 minutos.
A novidade é o sistema de geolocalização de aeronaves, a nova ferramenta ao serviço da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) desde o dia 11 de Julho. E que promete dar uma ajuda no ataque inicial aos fogos florestais - linha operacional prioritária - pois permite fazer uma gestão mais célere e eficaz dos 52 meios aéreos disponÃveis. "Com este sistema, podemos reduzir para metade o tempo que vai desde o alerta do incêndio até à saÃda da aeronave", disse ao DN Gil Martins, comandante nacional da protecção civil.
Até ser desenvolvido este sistema, que os seus responsáveis garantem ser único, tudo se fazia à mão. Debruçados sobre o mapa da região, os bombeiros traçavam com régua, transferidor e um elástico a distância entre o foco de incêndio e os centros de meios aéreos mais próximos. Feitos os cálculos do meio mais adequado e célere a chegar, confirmava-se, via telefone, a disponibilidade das aeronaves e tomava-se a decisão. Uma tarefa demorada que, no caso de haver muitos focos, se complicava.
Agora, os cálculos e as disponibilidades são avaliadas automaticamente e a decisão, mais rápida, é também mais rigorosa. Quando se desloca para o incêndio, o piloto já dispõe do azimute que marca a rota e da localização dos postos de água mais próximos. Ao sobrevoar o local acciona um pequeno dispositivo obtendo a coordenada exacta do local. "Esta informação exacta, à s vezes difÃcil de obter, permite dar orientações precisas à s outras forças que se deslocam para o local", acrescenta.
Nos computadores dos comandos distritais e também na sede da Autoridade de Protecção Civil segue-se o rasto das aeronaves. Em tempo quase real, com um desfasamento de 15 segundos, os aviões e helicópteros de combate avançam no ecrã em direcção ao fogo. Velocidade, rota, distância e altitude são visualizados e se o meio não estiver a ser eficaz, pode ser substituÃdo.
Finalizada a missão, rápida porque se tratou apenas de uma demonstração, o helicóptero regressa à base. Às 16.48, aterra. A informação ao segundo é importante para controlar o tempo de voo pago pelo Estado às empresas fornecedoras de meios aéreos, diz a ANPC. E a gestão mais eficaz permite poupar custos, com a redução de horas de voo.
Fonte DN
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Colocada: Seg Ago 06, 2007 7:56 pm Assunto: Click Aqui para Ajudar O site |
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