ViPeR5000(Rui Melo) Site Admin

Sexo:  Registrado em: 11 Jun 2006 Mensagens: 2318 Local/Origem: Mealhada
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Colocada: Qua Jan 24, 2007 9:29 pm Assunto: Número de acidentes de trabalho desce |
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Dados publicados pela Inspecção-Geral do Trabalho (IGT) revelam que em 2006 foram registadas 157 vÃtimas mortais em Portugal resultantes de acidentes de trabalho, 71 dos quais na construção civil. No auxÃlio à s vÃtimas que sobrevivem, importante tem sido o contributo da Associação Nacional de Deficientes Sinistrados no Trabalho (ANDST).
Segundo os números obtidos em 2006, verifica-se um decréscimo de 10,6 por cento no número de acidentes e de vÃtimas mortais em trabalho, face ao ano anterior. Das 169 mortes registadas em 2005, em 2006 o número diminuiu para 157, 10 dos quais no distrito de Setúbal (consultar Quadro). Porto e Lisboa continuam a liderar a lista, com 25 e 24 vÃtimas mortais, respectivamente, muito acima de Braga com 14. Pelo contrário, Portalegre foi o único distrito onde não se observou qualquer acidente mortal. A construção civil continua a ser, porém, o sector que gera mais acidentes e mortes.
Fundamental no apoio à s vÃtimas de acidentes de trabalho e doença profissional tem sido o papel da ANDST – Associação Nacional dos Deficientes Sinistrados no Trabalho, uma instituição particular de solidariedade social, fundada em 1976, por sinistrados. Objectivo desta associação é “prestar apoio médico, jurÃdico e psicológico à s vÃtimas de Acidentes de Trabalho e de Doenças Profissionaisâ€, no sentido de lhes “proporcionar e garantir um processo de recuperação global, integrado e interactivoâ€, segundo a técnica psicóloga, Margarida Carvalho da Silva.
Número de denúncias foge à realidade
Diariamente, a ANDST recebe vÃtimas de acidentes de trabalho ou doença profissional, dando os esclarecimentos solicitados e encaminhando-as para o apoio médico, jurÃdico ou psicológico, consoante as necessidades que surgem. As denúncias por falta de condições de trabalho são, normalmente, registadas na IGT, mas conforme esclarece Margarida da Silva, “com os testemunhos diários recebidos dos sócios sinistrados, a ANDST julga que poderiam existir muitos mais casos, nomeadamente, por falta de condições de segurançaâ€.
De acordo com Margarida da Silva, algumas denúncias não chegam sequer a ser feitas “devido aos muitos receios que os sinistrados no trabalho têm em serem despedidos, por exemploâ€. Ainda assim, a técnica da Delegação de Lisboa garante que a nova legislação relativa à inclusão dos deficientes sinistrados no trabalho está do lado das vÃtimas.
Segundo adiantou ao Jornal do Barreiro, incluÃdas no Código do Trabalho estão algumas normas inovatórias que prevêem que “a reabilitação, a reintegração profissional e a adaptação do posto de trabalho sejam garantidas aos trabalhadores com incapacidades adquiridas em consequência do acidente de trabalhoâ€.
Foto DR
Gráfico IGT
Para ler a reportagem na Ãntegra, consulte a versão impressa do Jornal do Barreiro.
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Colocada: Qua Jan 24, 2007 9:29 pm Assunto: Click Aqui para Ajudar O site |
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