tasergio

Sexo:  Registrado em: 30 Mar 2008 Mensagens: 4621
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Colocada: Qua Dez 03, 2008 6:33 pm Assunto: Saúde: «Carreiras devem recompensar dedicação plena» |
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A ministra da Saúde disse esta quarta-feira que a negociação das carreiras «deverá atender às necessidades de diferenciação, como aliciante para que as pessoas se mantenham nas instituições, com perspectivas de carreira», escreve a Lusa.
Ana Jorge anunciou em Aveiro que ainda esta semana vai iniciar as negociações das carreiras com os sindicatos e as ordens profissionais, para «dignificar e recompensar quem tem uma dedicação plena ao serviço público».
«Vai iniciar-se a negociação das carreiras, quer da área médica quer de enfermagem quer, ainda, dos outros técnicos, que consideramos fundamental para dignificar e poder recompensar quem tem uma dedicação plena ao serviço público, para que tenham uma perspectiva de futuro do trabalho e da função que desempenham», comentou.
Para a ministra, «o ano de 2009 será o ano da discussão de carreiras e dos contratos colectivos de trabalho» que deverá atender às «necessidades de diferenciação e de qualificação profissional» como um dos aliciantes para que as pessoas se mantenham nas instituições por terem uma perspectiva de carreira.
Instada a comentar a presença no Parlamento do presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica, Ana Jorge admitiu que «algumas áreas não têm corrido bem», mas globalmente considerou que o INEM «corresponde à emergência pré-hospitalar para que foi criado».
Novo sistema «é complexo»
«O novo sistema informático do INEM é um processo complexo, mas tem vindo a melhorar e é importantÃssimo porque tem salvo muitas vidas, já pelo sistema que tem vindo a funcionar», disse.
Ana Jorge falava aos jornalistas durante a visita ao Hospital Infante D. Pedro, em Aveiro, onde inaugurou o novo serviço de Oftalmologia e comentou que «chegou a hora de reforçar os hospitais, que não são menos importantes do que os cuidados de saúde primários, para que possam trabalhar melhor, fazendo aquilo para que foram criados: receber doentes referenciados e desenvolver as especialidades para que estão vocacionados».
«Estamos longe, mas é por aqui que temos de caminhar, em articulação com os centros de saúde», completou.
Ana Jorge falou no caso concreto do Hospital de Aveiro, que «tem uma urgência grande no seu movimento», para defender o fortalecimento das relações com os centros de saúde da sua área de influência e com outros hospitais, tendo por objectivo diminuir a procura da urgência, trabalhando em rede para melhorar as condições.
Quanto à recorrente aspiração da construção de um novo hospital para Aveiro, a ministra admitiu que o actual tem constrangimentos mas é difÃcil de concretizar na actual conjuntura.
«Poderá ser estudado a médio ou longo prazo. Temos de ter consciência de que os constrangimentos financeiros são grandes, mas não poderá ficar fora dos horizontes», concluiu.
in portugal diario
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Colocada: Qua Dez 03, 2008 6:33 pm Assunto: Click Aqui para Ajudar O site |
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