ViPeR5000(Rui Melo) Site Admin

Sexo:  Registrado em: 11 Jun 2006 Mensagens: 2318 Local/Origem: Mealhada
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Colocada: Sex Ago 18, 2006 1:49 pm Assunto: Ministro elogia articulação das entidades que previnem e combatem fogos |
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O ministro centrou-se na situação dos fogos em Coimbra
O ministro da Administração Interna, António Costa, considera que "tem havido uma boa e correcta articulação" entre as diferentes entidades que integram o dispositivo de prevenção e combate de incêndios.
António Costa, que se encontra em Coimbra para uma reunião de trabalho com os responsáveis do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS), considerou que é importante "que cada dia possamos melhorar as condições de actuação até 15 de Outubro", dia em que termina o plano nacional criado pelo Governo para debelar os incêndios.
Também o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, disse hoje que "as Forças Armadas têm estado a desenvolver com muita competência e empenho" as suas funções no apoio no combate aos incêndios.
Após uma apresentação sobre as missões de interesse público feitas pelo Exército, no Comando Operacional das Forças Terrestres, em Oeiras, o ministro elogiou o exército, que está a "responder bem e com sucesso" no apoio ao combate aos incêndios florestais.
No quadro das missões de interesse público, e no que diz respeito aos fogos florestais o Exército desenvolve dois planos: o Vulcano, destinado a apoiar a Direcção-geral de Recursos Florestais na prevenção, e o Lira, destinado a apoiar o Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil no combate dos fogos e na abertura e limpeza de caminhos.
Distrito de Coimbra com menos área ardida
Segundo António Costa, este ano já lavraram no distrito de Coimbra mais incêndios do que em 2005 (700 contra 680), o que resultou na destruição de 900 hectares de floresta, enquanto a área ardida no ano passado ascendeu a 26 mil hectares.
Recorrendo ao auxílio de uma carta de apoio ao combate e circunscrição de incêndios no distrito de Coimbra, da Direcção-Geral dos Recursos Florestais, o ministro negou que o actual balanço positivo se deva ao facto de as zonas florestais da região terem sido particularmente atingidas em 2005.
Na sua opinião, afirmar que "não existe mais para arder" no distrito, designadamente no concelho da Pampilhosa da Serra, onde o fogo lavrou vários dias em Agosto de 2005, "é uma expressão no mínimo algo exagerada".
"Este ano, há mais ocorrências e menor área ardida no distrito", acentuou, lembrando que Coimbra foi há um ano "um distrito muito fustigado pelos incêndios".
Em Agosto de 2005, neste distrito, os fogos florestais atingiram particularmente os concelhos de Pampilhosa da Serra, Miranda do Corvo e Coimbra, onde as chamas avançaram mesmo para áreas residenciais.
Fonte Publico
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1267599
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Colocada: Sex Ago 18, 2006 1:49 pm Assunto: Click Aqui para Ajudar O site |
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