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Parto inesperado


 
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Autor Mensagem
Kelinha




Registrado em: 13 Jul 2006
Mensagens: 4852

MensagemColocada: Sex Ago 10, 2007 11:17 am    Assunto:
Parto inesperado
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Parto inesperado
[10-08-2007 10:47:00]

Foi no dia 31 de Julho de 2007 que, pelas 23:10, as Tripulantes de Ambulância de Emergência (TAE), Eliana Cruz e Filomena Simões, foram accionadas pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Norte para uma situação de parto. Uma mulher de 25 anos estaria com contracções de dois em dois minutos e era necessária a intervenção do INEM.

Chegadas ao local, no Porto, estas tripulantes depararam-se com um caso invulgar de uma senhora de 25 anos, na sua quarta gravidez, da qual se desconhecia o número de meses, pois tratava-se de uma gravidez clinicamente não seguida. Após uma avaliação de sinais estáveis, estas duas TAE, a exercer funções no INEM há um ano e meio, verificaram que não existia dilatação e, assim, decidiram transportar a senhora até à ambulância. Esperava-as as escadas de um prédio em obras, sem luz, cheias de pó, entulho e material de construção civil.

Eliana Cruz desceu apenas alguns degraus para ir buscar a cadeira à ambulância quando foi obrigada a voltar imediatamente voltar para trás. Não havia tempo. A cabeça do bebé era perfeitamente visível e o parto teria de ser feito ali mesmo, num patamar que dividia um terceiro e um quarto andar, um lugar que não oferecia quaisquer condições, quer de limpeza, quer de espaço. As TAE deparavam-se ainda com outra dificuldade: a falta de luz num prédio em obras. Nas escadas, a luz que tinham era a de uma lanterna de diagnóstico, mais pequena que uma mão, destinada à avaliação das pupilas. A ajuda dos vizinhos transformou-se num candeeiro de cabeceira, de luz débil, que chegou ao patamar com extensões eléctricas, umas ligadas às outras. O parto estava iminente.

Enquanto as TAE realizavam os procedimentos necessários, outras duas mulheres permaneceram para ajudar. Uma delas, contava a experiência dos seus oito partos e dava confiança à parturiente, que vivia uma mistura de felicidade e preocupação, pois sabia que as condições não eram as ideais. Entre pedidos de força e com material esterilizado, um rapaz saudável nasceu com a ajuda do INEM, na noite do dia 31 de Julho de 2007, exactamente às 23:30.

Para qualquer uma das TAE, este foi o primeiro parto, “muito diferente do que tinha treinado em manequins”, conta Eliana Cruz, que confessou receio de que algo pudesse correr mal naquelas circunstâncias, pela exposição de um recém-nascido a um ambiente não controlado, mas para quem a ocorrência conta como alegria: “foi diferente de tudo o que já fizemos. Estamos constantemente a lidar com a doença (…) lidámos com a vida, com a alegria de toda uma família”.

Também para a TAE Filomena Simões, esta “foi a melhor situação” com que teve de lidar ao serviço do INEM: “com os bebé nas mãos, não sabia se havia de rir ou chorar”. Para a tripulante, esta ocorrência veio mostrar-lhe que vale a pena trabalhar na emergência médica, já que nem sempre a tristeza está envolvida. Habituadas a lidar com pressão, nesta ocorrência, inesperadamente, acabaram por lidar com emoções positivas.

Ambas não têm palavras para expressar a alegria que é partilhada com a família do bebé. Aguardam com ansiedade a colaboração noutra situação semelhante.

Fonte INEM
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Posto: Bombeiro de 3ª / Enfermeiro
Corpo de Bombeiro: Bombeiros Voluntários da Mealhada

MensagemColocada: Sex Ago 10, 2007 11:17 am    Assunto:
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