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Riscos Naturais e Tecnológicos- Emergências Radiológicas


 
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Autor Mensagem
vampiro



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Mensagens: 452
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MensagemColocada: Qua Out 18, 2006 11:42 am    Assunto:
Riscos Naturais e Tecnológicos- Emergências Radiológicas
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O Que é um Risco Nuclear?



O que pode acontecer em caso de acidente grave de característica nuclear ?

Em virtude das leis da física um reactor nuclear não pode explodir como uma bomba atómica.

No entanto, em caso de acidente grave numa instalação com um reactor nuclear (central nuclear, navio de propulsão nuclear, ...), pela queda dum satélite com reactor nuclear ou por um incêndio no transporte de material radioactivo, existe o risco de dispersão de matérias radioactivas que podem constituir um perigo para o homem e para o ambiente.

Concretamente, se em caso de acidente se verificar uma avaria nos sistemas e nas barreiras de segurança do reactor, existe o risco de libertação de uma nuvem radioactiva que se espalha no ambiente.

Quais as consequências de uma nuvem radioactiva?

Neste caso, homens e animais podem ficar expostos:

a) a uma irradiação externa

pela nuvem radioactiva durante a sua passagem;

pelas matérias radioactivas que se depositam no solo.

b) a uma irradiação interna

pela inalação do ar contaminado;

pelo consumo de alimentos contaminados.

A radioactividade é incolor, inodora e invisível, mas pode ser detectada com aparelhos de medição.

Como actua a radioactividade?

As matérias radioactivas estão em permanente transformação, emitindo radiações portadoras de energia. As radiações podem modificar e destruir as células do corpo humano. Se um grande número de células é atingido, existe um grave perigo para a saúde.

Por um lado, existe uma distinção entre os efeitos imediatos, que se manifestam após uma irradiação muito importante e, por outro lado, os efeitos a longo prazo, que podem vir a manifestar-se no seguimento de irradiações mais fracas. Os efeitos imediatos manifestam-se, o mais tardar, após alguns dias e dão origem a danos corporais graves, muitas vezes irreversíveis. Os efeitos a longo prazo manifestam-se após vários anos, originando doenças cancerígenas e deformações congénitas.

Mesmo em caso de acidente nuclear proveniente das unidades navais de propulsão nuclear, as medidas de protecção permitem que a população não fique exposta a uma irradiação de efeitos imediatos. Estas mesmas medidas de protecção procuram igualmente reduzir ao mínimo os efeitos a longo prazo.


Caminhos de Exposição do Homem


Por efluentes gasosos:

Ar - Irradiação externa
Ar - Inalação
Ar - Depósito nos solos - Irradiação externa
Ar - Depósito de cultivos (Hortaliças) - Consumo humano
Ar - Depósito de pastos - Ingestão pelo gado - Consumo humano
Por efluentes líquidos:

Água - Ingestão

Água - Depósito em cultivos por rega - Consumo humano
Água - Peixes - Consumo humano
Água - Irradiação externa (actividades recreativas: natação, pesca desportiva, etc)
Água - Acumulação em lodos, areias e argilas - Irradiação externa




Situação Nuclear em Portugal


Em Portugal não existem centrais nucleares para produção de energia eléctrica, pelo que não existe o risco de ocorrer um acidente nuclear com graves consequências.

No nosso território apenas existe, localizado em Sacavém (a 10 km de Lisboa), um reactor nuclear de investigação científica, de fraca potência (1 MW), operado pelo Instituto Tecnológico e Nuclear. As características daquele reactor e a sua potência, sem comparação com os reactores que equipam as centrais nucleares ou os navios de propulsão nuclear, permitem considerar que as consequências de um eventual acidente nuclear ou radiológico serão limitadas à área contígua às respectivas instalações.

No entanto, a existência de centrais nucleares no resto da Europa e em particular em Espanha, bem como aplicações radiológicas na medicina, indústria e investigação científica, a utilização de energia nuclear em engenhos espaciais (satélites) e a circulação de resíduos radioactivos, são factos que merecem reflexão e ponderação sobre a conveniência de se vir a dispor de "Planos de Emergência Especiais" para enfrentar os riscos ou a ocorrência de acidentes provocados, eventualmente, por qualquer das origens referidas.


Localização de Centrais Nucleares na Europa





(Fonte: GPSN - Dezembro 1990)


Espanha dispõe de sete centrais nucleares. No entanto, no caso de ocorrer um acidente na central espanhola mais próxima, a de Almaraz, que dista 100 km da fronteira, das medidas para o exterior por exemplo a evacuação só seria aplicada num perímetro até 30 km da central, o que se localiza totalmente em território espanhol.

O estudo de cenários credíveis de uma libertação da central nuclear de Almaraz prevê que, com as condições atmosféricas mais desfavoráveis, apenas 7 % do território de Portugal continental seja abrangido por acções de mitigação, em zonas de baixa densidade populacional, o que corresponde aproximadamente a 2 % da população portuguesa. As acções de mitigação previstas são apenas restrições de curta duração de consumo de água e de vegetais, abrigo nas edificações normais ou duche após exposições no exterior.

A reentrada de um satélite na atmosfera terrestre, acidentes em navios de propulsão nuclear e acidentes no transporte marítimo de combustível nuclear são outras fontes possíveis de matérias radioactivas, que podem justificar a preparação de planos de emergência específicos.


Preparação para a Emergência


As convenções e os acordos internacionais existentes relativos à energia nuclear foram assinados por Portugal, encontrando-se em vigor no nosso País:

Tratado EURATOM (União Europeia),
Convenção de Paris (OCDE) sobre responsabilidade civil,
Convenção AIEA/ONU sobre notificação rápida de um acidente nuclear,
Convenção AIEA/ONU sobre assistência em caso de acidente nuclear ou emergência radiológica (assinada mas ainda não ratificada),
Acordo Luso-Espanhol sobre cooperação em matéria de segurança das instalações nucleares de fronteira,
Decisão 87/600/EURATOM (Troca rápida de informações em caso de emergência radiológica),
Directiva 89/618/EURATOM (Informação da população sobre as medidas de protecção sanitária aplicáveis em caso de emergência radiológica).Directiva
Directiva 96/29/EURATOM (Normas de segurança de base relativas à protecção sanitária da população e dos trabalhadores contra os perigos das radiações ionizantes).
A organização de medidas de protecção civil relativas ao risco nuclear são suportadas por:

Lei de Bases da Protecção Civil.
Conselho para Acidentes Nucleares e Emergências Radiológicas (CANER), orgão colectivo composto por organismos da administração pública com conhecimentos específicos que cooperam na preparação da gestão da emergência e em caso de acidente nuclear.
Plano Nacional de Emergência.
Plano de Emergência para acidentes nucleares (em elaboração).
Plano de Emergência para acidentes nucleares em navios no estuário do Tejo.
Legislação específica em vigor.
Para dar cumprimento aos acordos internacionais e permitir um entendimento operacional entre o quadro legislativo e as estruturas organizacionais, Portugal implementou e mantém as seguintes medidas:

RADNET: Existe uma rede fixa de vigilância em contínuo da radioactividade do ar ambiente, que permite a detecção de níveis de radioactividade considerados preocupantes. Esta rede é constituída por várias estações de medida, distribuídas pelo Continente (localizadas junto à fronteira e na orla marítima) e Arquipélagos da Madeira e dos Açores e com uma unidade de recolha de dados em Lisboa. Nesta são recebidos e analisados todos os dados provenientes das estações remotas. Para além das estações fixas, a unidade móvel de medição da qualidade do ar do Instituto do Ambiente (IA) está equipada com uma estação de medida de radioactividade. A rede é gerida pelo IA, com alertas (de níveis altos de radioactividade) no IA e no SNPC.






Estabelecimento de pontos de contacto nacionais, do "ECURIE": a nível comunitário, no caso de ocorrência de um acidente nuclear fora do território nacional o IA recebe a informação e comunica ao SNPC; no caso de um acidente que ocorra em território nacional o SNPC recebe a informação e envia notificação ao IA.
Participação no projecto RODOS, sistema informático de apoio à emergência nuclear em tempo real, promovido pela União Europeia.
Participação em exercícios internacionais de emergência nuclear, organizados por AEN/OCDE (Agência de Energia Nuclear), AIEA/NU (Agência Internacional de Energia Atómica) e UE.


Escala Internacional de Ocorrências Nucleares


As consequências dum acidente nuclear dependem:

da quantidade de material radioactivo lançado para o meio ambiente;
da natureza dos elementos radioactivos libertados;
das condições meteorológicas existentes quando a nuvem radioactiva se liberta (direcção e velocidade do vento, pluviosidade, estabilidade atmosférica);
da estação do ano (do estado da vegetação);
das medidas de prevenção e de protecção postas em prática.
Para melhor compreender o alcance dum acidente nuclear e para melhor informar a população, a Agência Internacional da Energia Atómica, em Viena, elaborou uma escala de ocorrências nucleares.

A ESCALA INTERNACIONAL DE OCORRÊNCIAS NUCLEARES

Para uma rápida comunicação da sua importância relacionada com a segurança




Medidas de Autoprotecção


Quais são as medidas previstas para alertar, proteger e socorrer a população?

As medidas de prevenção e de protecção consistem principalmente em:

avisar a população;

manter a população em zonas determinadas;

evacuar a população.

A aplicação destas medidas de prevenção e de protecção é feita em função da gravidade do acidente:

Aviso à população:

A população é avisada e mantida ao corrente da situação através de mensagens difundidas pelas estações nacionais de radiodifusão e pela televisão.

Refúgio nas casas:

A dose de irradiação recebida no interior de uma casa é nitidamente inferior à da rua. Deve, no entanto, verificar se os ventiladores e o ar condicionado estão desligados e se as portas e janelas estão fechadas. O abrigo da população dentro de casa oferece uma protecção considerável contra as radiações. A cave duma casa oferece uma protecção ainda mais eficaz.

Mais vale estar abrigado em casa e ser depois evacuado, do que ser irradiado no exterior aquando da passagem da nuvem radioactiva.

Evacuação da população:


Se a situação radiológica for avaliada de tal forma que a população de certas zonas, mesmo abrigada dentro das casas, pode vir a sofrer doses de irradiação demasiado elevadas, proceder-se-à à sua evacuação temporária.

As pessoas que não possam encontrar refúgio pelos seus próprios meios, serão recolhidas e alojadas em centros de acolhimento instalados pela Protecção Civil.

Findo o período de tempo considerado como necessário para uma evacuação de segurança, as pessoas regressarão às suas casas.

Além disso, serão instalados centros de descontaminação devidamente localizados fora da zona contaminada.


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O que fazer em caso de aviso ?

O aviso é desencadeado quando a contaminação radioactiva for considerada perigosa para a população.

Instruções para toda a população:

Ouça as estações nacionais de radiodifusão e a televisão que difundirão as directivas e conselhos das autoridades competentes;

Não vá, por esta razão, buscar as crianças às escolas pré-primárias, primárias ou creches. Elas serão acompanhadas pelo pessoal responsável;

Volte para casa ou vá para qualquer outro local construído em cimento, pedra ou tijolo, onde possa abrigar-se e acompanhe as indicações das autoridades através da rádio e televisão;

Feche todas as portas e janelas que dão para o exterior;

Desligue todos os sistemas de ventilação e ar condicionado;

Desligue a chama dos aparelhos de aquecimento e apague as lareiras;

Desligue os botões do aquecimento e feche a ventilação das chaminés;

Coloque camadas de papel de jornal ou panos húmidos nas frestas das janelas e portas para reduzir a entrada de ar;

Desligue os sistemas de recolha de água da chuva;

Traga para dentro de casa os seus animais domésticos;

Beba água da torneira e coma só os alimentos que estiverem dentro de casa. Evite consumir os legumes e a fruta colhida recentemente, até que seja difundida instrução em contrário;

Só utilize o telefone em caso de necessidade absoluta para não sobrecarregar as linhas;

Mantenha-se ocupado, embora atento à difusão dos avisos.

Instruções complementares para os agricultores e horticultores:

Leve o gado para locais fechados;

Na medida do possível, reduza a ventilação natural ou artificial desses locais;

Prepare e conserve em local fechado, forragens e alimentos empacotados para a alimentação do gado;

Cubra o feno que se encontra ao ar livre com plástico;

Feche as estufas.

Instruções especiais para as escolas:

Os responsáveis das escolas devem ouvir as estações nacionais de radiodifusão e a televisão e informar todos os professores da situação. Todas as escolas estão equipadas com rádios receptores.

De acordo com as directivas das autoridades, os responsáveis das escolas públicas e privadas devem organizar o regresso a casa das crianças ou devem mantê-las provisoriamente na escola. As crianças ficam sob a guarda dos professores enquanto permanecerem na escola.


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O que fazer em caso de evacuação

Se por medida de precaução, as autoridades decidirem a evacuação de determinadas zonas, esta medida será comunicada aos habitantes através de mensagem difundida por uma estação de radiodifusão, ou por altifalantes em viaturas credenciadas pelos serviços de protecção civil.

Após o aviso de evacuação siga as instruções seguintes:

Leve consigo os seus documentos (bilhete de identidade, cartão da segurança social, etc.), bem como dinheiro ou outro meio de pagamento;

Deixe fechadas as torneiras de água, o gás, e a electricidade, como é habitual quando sai de casa;

Feche à chave as portas que dão para o exterior.

Em caso de evacuação em meio de transporte próprio:

Utilize o seu carro, tendo o cuidado de fechar bem as janelas e de desligar os sistemas de climatização e ventilação;

Ligue o rádio do carro e ouça uma estação nacional de difusão;

Siga os itinerários aconselhados pelas autoridades.

As pessoas que não se possam abrigar em casa de parentes ou de amigos, devem dirigir-se ao centros de acolhimento designados pelas autoridades de protecção civil.

Em caso de evacuação em meio de transporte colectivo:

Se não puder sair de casa pelos seus próprios, deve dirigir-se ao local de encontro designado pelas autoridades de protecção civil. Será então evacuado de autocarro;

As pessoas doentes ou deficientes devem telefonar para o 112 para poderem ser evacuadas.


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Mantenha-se calmo e não entre em pânico.

Ouça uma estação nacional de radiodifusão.

Siga escrupulosamente as instruções das autoridades.


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A aplicação eficaz das medidas de prevenção e de protecção exige espírito de solidariedade, entre-ajuda e respeito mútuo.


Exemplos de Clasificação de Ocorências Nucleares


O acidente de 1986, na central nuclear de Chernobyl, na União Soviética, teve efeitos muito importantes sobre o ambiente e a saúde humana. Assim está classificado como nível 7.

O acidente de 1957, na instalação de reprocessamento de Kyshtym, na União Soviética, originou uma fuga de produtos radioactivos que obrigou a evacuar a população numa área de 70 km2. Por isso ficou classificado como nível 6.

O acidente de 1957, no reactor de grafite-ar de Windscale (agora Sellafield), no Reino Unido, envolveu libertação para o exterior de produtos radioactivos de cisão. Com base no seu impacto fora da instalação, esta ocorrência está classificada como nível 5.

O acidente de 1979, na central de Three Mile Island, nos Estados Unidos, provocou variados danos no núcleo do reactor. A libertação de radioactividade para fora da instalação foi muito limitada. A ocorrência está classificada como nível 5 com base no impacto dentro da instalação.

O acidente de 1980, na central nuclear de Saint-Laurent, em França, originou danos parciais no núcleo do reactor, mas não houve libertação de radioactividade para o exterior. Está classificado como nível 4, com base no impacto dentro da instalação.

O acidente de 1989, na central nuclear de Vandellós, em Espanha, produziu danos nos sistemas de segurança mas não originou danos no núcleo do reactor, nem contaminação radioactiva, quer interna quer externa à instalação. Está classificado como nível 3, com base no critério de degradação da segurança.


Matriz de Clasificação




A Escala Internacional de Ocorências Nucleares


Para comunicação rápida de relevância para a segurança





FONTE: http://www2.snbpc.pt/portal/page?_pageid=35,42693,35_42703:36_42212&_dad=portal&_schema=PORTAL
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MensagemColocada: Qua Out 18, 2006 11:42 am    Assunto:
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